“Em relação ao clero e ao episcopado no Brasil, o ‘efeito Francisco’ ainda é um pouco mais O anseio por uma Igreja “em saída”, que leve Jesus para todos os espaços, tem emergido como uma das principais linhas condutoras do pontificado de Bergoglio nesses dois anos.
A análise é de Sérgio Coutinho, que considera, entretanto, que as palavras de Francisco têm recebido mais aceitação do que propriamente “os gestos mais proféticos” do Papa. Segundo o historiador, há uma intenção clara de solidificar o caráter missionário da Igreja, buscando uma aproximação maior com a sociedade, sobretudo com os estratos mais pobres da população. Trata-se da busca de uma mudança de mentalidade e de estrutura em direção à perspectiva do discípulo-missionário, que se propõe a “tocar a carne de Cristo”, destaca.





















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