terça-feira, 15 de abril de 2014

Papa Francisco propõe reflexão para a Semana Santa


papadomramos300“A Semana Santa é um bom momento para confessar e retomar o caminho certo”, disse o papa Francisco no twitter, ontem, dia 14. Como proposta para viver a Semana Santa que celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus, o papa Francisco convidou os fiéis a um exame de consciência. Na missa do Domingo de Ramos, 13, e procissão na Praça de São Pedro, o papa deixou de fazer a homilia e propôs momento de reflexão sobre a passagem bíblica que retrata a Paixão de Cristo.

O papa sugeriu alguns caminhos para a Semana Santa e disse ser preciso questionar qual postura se deve assumir diante do Senhor. “Quem sou eu, diante de Jesus que sofre? Ouvimos muitos nomes. O grupo de líderes, alguns sacerdotes, alguns fariseus, alguns mestres da lei que tinham decidido matá-lo. Eles estavam esperando a oportunidade para prendê-lo”, disse.
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PALAVRA DO PASTOR

[EDITORIAL] “Testemunhas da Esperança”

domjosé200Estamos em pleno ANO DA ESPERANÇA, celebrando o Tempo Pascal após os intensos dias do Tríduo Pascal da Paixão, Morte, Sepultura e Ressurreição do Senhor. Assim estaremos em plena festa pascal por cinquenta dias como se fosse um só dia, até a Solenidade de Pentecostes.

O clima do Ano da ESPERANÇA nos faz colher com muita intensidade o significado da Esperança Cristã.

Para que Deus nos chama? Por que nos criou? Por que nos enviou o Cristo?


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segunda-feira, 14 de abril de 2014

EVANGELHO I

A irracionalidade idolátrica do mundo: a novidade do “Alegria do Evangelho”


Deus dinheiro Francisco 3
Jung Mo Sung - Adital
Há no documento “Alegria do Evangelho” (especialmente nos n. 50 a 62), do papa Francisco, uma novidade teórica que não está sendo muito comentada (pelo menos no que pude acompanhar) que penso ser fundamental para uma nova compreensão do mundo em que vivemos e da missão do cristianismo hoje. Por isso, quero, após uma longa ausência aqui no Adital, comprometer-me a escrever uma pequena série de artigos sobre isso.
O papa inicia o segundo capítulo do documento dizendo que, antes de falar sobre algumas questões fundamentais da evangelização, convém falar do mundo em que vivemos e agimos (n. 50). Essa postura nos lembra o método “ver-julgar-agir”; porém é mais do que um simples “ver” a realidade para depois “julgar” se essa está de acordo ou não com o “projeto de Deus”, e depois “agir” ou planejar a ação.
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EVANGELHO II


Invenção moderna da religião: a novidade do “Alegria do Evangelho” (Parte II)

Deus mercado 4
Por Jung Mo Sung -Adital
No primeiro artigo desta série, eu afirmei que uma das grandes novidades do documento “Alegria do Evangelho” é a caracterização da modernidade capitalista como uma sociedade fundada e centrada na idolatria do dinheiro, e não como racional e ateia. Neste segundo artigo, quero aprofundar um pouco mais esse tema.
Para compreendermos melhor a importância e consequências dessa mudança na compreensão da modernidade, vale à pena recordar aqui que o mundo moderno europeu foi construído em oposição ao mundo medieval-feudal fundado em e legitimado pela religião e aliança entre a Igreja e a monarquia/nobreza.
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NOSSA PÁSCOA


Os dias da Semana Santa nos proporcionam uma oportunidade para refletirmos sobre o que sustenta nossa vida, dá sentido a nossa existência e abre perspectivas novas, baseadas numa profunda esperança.

 

 

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQsiq9B8jF11UesuXYdmo8wN2fKEQtKB2vCdbCx1BBmk2df4lJvyg            Qual mensagem da Quinta-Feira Santa? Chama nossa atenção para a humildade, que tem sua expressão mais evidente no serviço, quer dizer, no ato de sermos servidores uns dos outros. O lava-pés não poderá restringir-se a um belo ato litúrgico. Quando Jesus disse “Eu lavei os seus pés, por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros” (João 13, 14.15), Ele não quis instalar uma cerimônia, um simples rito, e sim desejava suscitar, entre os discípulos e seus seguidores, uma nova maneira de ser, uma atitude de vida: estar na vida em razão do outro. O Papa Francisco, em sua exortação “Alegria do Evangelho”, chama isso de misericórdia, não uma do tipo de ter pena do outro, mas aquela que “escuta o clamor pela justiça e deseja responder com todas as suas forças” (n.º 188), isto é, “uma misericórdia que nasce a partir de uma fé autêntica - nunca cômoda ou individualista - mas que comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, transmitir valores, deixar a terra (nossa casa comum) um pouco melhor depois da nossa passagem por ela, porque todos somos irmãos e irmãs.” (n.º 183).

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

CF 2014


Um gesto para dizer "basta!" - Papa aos participantes na II Conferência sobre Tráfico de seres humanos



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Conclui-se hoje no Vaticano, na sede da Academia Pontifícia das Ciências, a II conferência internacional sobre o tráfico de pessoas, intitulada “Combate ao Tráfico Humano: Igreja e reforço comparticipado para a aplicação da lei”. Participaram na iniciativa algumas pessoas vítimas de tráfico humano e alguns representantes de instituições policiais que se ocupam deste drama de dimensões planetárias.


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PAPA FRANCISCO

Lógica de Deus: da periferia ao centro e daí à periferia - Papa aos alunos e professores da Universidade Gregoriana




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Ao meio dia, na Sala Paulo VI, o Santo Padre acolheu a numerosa Comunidade da Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, do Pontifício Instituto Bíblico e do Pontifício Instituto Oriental (ao todo umas cinco mil pessoas, entre estudantes e professores). Três instituições agregadas entre si e confiadas à Companhia de Jesus, como recordou logo no início do seu discurso o Papa Francisco, recomendando que se intensifiquem a colaboração e as sinergias, encarando o futuro com criatividade, com uma visão global da situação e dos desafios atuais.


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terça-feira, 8 de abril de 2014

ESPAÇO E TEMPO

Reintegrar-se no espaço e no tempo

Terra Viva - Gaia
A partir dos anos 70 do século passado ficou claro para grande parte da comunidade científica que a Terra não é apenas um planeta sobre o qual existe vida.
A Terra se apresenta com tal dosagem de elementos, de temperatura, de composição química da atmosfera e do mar que somente um organismo vivo pode  fazer o que ela faz.
A Terra não contém simplesmente  vida. Ela é viva, um superorganismo vivente, denominado pelos andinos de Pacha Mama e pelos modernos de Gaia, o nome grego para a Terra viva.
A espécie humana representa a capacidade de Gaia ter um pensamento reflexo e uma consciência  sintetizadora e amorosa.  Nós, humanos, homens e mulheres, possibilitamos à Terra apreciar a sua luxuriante beleza, contemplar a sua intrincada complexidade e descobrir espiritualmente o Mistério que a penetra.
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PAPA FRANCISCO

A Cruz não é um ornamento, é o mistério do Amor de Deus – o Papa em Santa Marta na Missa desta terça-feira



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A Cruz não é um ornamento, é o mistério do Amor de Deus – esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa desta terça-feira na Capela da Casa de Santa Marta. Em caminho no deserto, o povo murmurava contra Deus e contra Moisés. Mas quando o Senhor lhes mandou serpentes o povo admitiu o seu pecado e pediu um sinal de salvação. O Papa Francisco tomou a Primeira Leitura tirada do Livro dos Números, para refletir sobre a morte no pecado.
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segunda-feira, 7 de abril de 2014

PAPA FRANCISCO


A misericórdia é uma carícia de Deus sobre os nossos pecados – o Papa na Missa em Santa Marta



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A misericórdia é uma carícia de Deus sobre os nossos pecados – esta a mensagem principal do Papa Francisco na Missa desta segunda-feira na Capela da Casa de Santa Marta. Partindo do Evangelho de S. João no seu capítulo 8, que a liturgia de hoje nos propõe, o Papa Francisco refletiu na sua homilia sobre o episódio da mulher adultera, ali relatado. Os escribas e os fariseus que apresentam a Jesus a mulher surpreendida em adultério não estão preocupados com aquela mulher – afirmou o Santo Padre – mas com as respostas de Jesus: se aconselhasse a lapidação ou decidisse perdoar a mulher Jesus seria sempre motivo de acusações por parte dos fariseus. ‘Quem de vós estiver sem pecado atire a primeira pedra’ – esta foi a resposta de Jesus – observou o Papa – o que lhe permitiu ficar a sós com a mulher, pois todos se foram embora. Jesus diz-lhe que também Ele não a condena e, segundo o Papa Francisco, vai para além do perdão:“Jesus vai para além da lei. Não diz que o adultério não é pecado! Mas não a condena com a lei E este é o mistério da misericórdia de Jesus.”
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VATICANO

Cardeal O’Malley lidera os bispos na visita à fronteira com o México

Sexta, 04 de abril de 2014 card. O´Maley
card. Sean P. O´Malley- Usa
 A curta peregrinação através das areias do deserto parou onde tinha que parar: na cerca de 6 metros de altura que separa a localidade de Nogales (no Arizona) do México. E aí o cardeal Sean P. O’Malley e outros oito bispos católicos americanos fizeram o que os padres e bispos fazem sempre: rezaram uma missa.
A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada pelo jornal The Boston Globe, 02-04-2014. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Mas desta vez foi uma missa diferente. Esta congregação incomum se reuniu nos dois lados da cerca; aproximadamente 500 pessoas no lado dos EUA e 100, ou mais, no outro lado. Durante a missa, as hóstias foram passadas através da cerca às mãos daqueles que tanto desejam vir para o norte, em direção à esperança mas também, para muitos imigrantes que cruzam as fronteiras – disse O’Malley –, em direção ao perigo e à morte.

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AFINAL JESUS TAMBÉM TINHA DISCÍPULAS

AFINAL JESUS TAMBÉM TINHA DISCÍPULAS

011. João Paulo II, ao marcar os limites inultrapassáveis do papel das mulheres na Igreja, deixou uma herança pesada ao Papa Francisco.
Não se atreveu a enunciar qualquer dogma, mas tentou barrar definitivamente o acesso das mulheres aos ministérios ordenados, ao sacramento da Ordem.
Nenhum católico está obrigado a receber os sacramentos todos. Mas as mulheres, mesmo que o desejem, mesmo que manifestem as maiores capacidades para serem chamadas a liderar uma comunidade cristã, o facto de serem mulheres constitui um impedimento radical.
Pelo contrário, os homens, por serem homens, podem ser chamados à ordenação presbiteral ou episcopal mesmo sem grande talento. Não se trata de um direito, mas da possibilidade de vir a prestar um serviço estruturante, se para tanto forem convidados pelo respectivo Bispo.
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Dir-se-á que assim é que está bem. Segundo a narrativa bíblica, na sua linguagem mítico-simbólica, Deus criou o ser humano: homem e mulher. Se é divina essa diferença, ela deve ter a sua significação. Concluir daí que as mulheres ficam impedidas de aceder à liderança das comunidades cristãs é ridículo.
Sustentam alguns que a Igreja não está autorizada a contrariar a vontade de Cristo. É ele que manda na Igreja e não o contrário. Enuncia-se algo que não pode ser mais acertado. Dizer, porém, que a negativa da hierarquia católica e ortodoxa cumpre a vontade de Deus é um salto muito atrevido e não conheço nenhum raciocínio teológico que o permita. As tradições das Igrejas nem sempre reproduzem um desígnio do seu fundador.
2. Urge reexaminar esta questão, pois está semeada de ambiguidades. Quando o movimento feminista católico denuncia esta situação, alguns concluem: as mulheres, ávidas de poder, estão a querer reproduzir, na Igreja, o que acontece na sociedade. Lutam, como os homens, por um lugar ao sol, por carreiras profissionais e por lideranças políticas. Para aptidões iguais, possibilidades iguais. No mundo laboral persiste a desigualdade salarial: para trabalho igual, as mulheres recebem menos e nunca poderão aceitar esta descriminação.
Discipulas de Jesus 5
Como na Igreja se continua a pensar que ser padre ou bispo é uma posição superior à dos outros baptizados, coroa de uma carreira eclesiástica, um caminho do poder, as mulheres, ao reivindicarem a possibilidade de aceder ao presbiterado e ao episcopado, estariam também elas a sonhar com a dominação das comunidades católicas.
Mesmo que isso possa existir, só pode ter sentido numa eclesiologia piramidal, como a que vigorou antes do Vaticano II, e para quem continua ainda com os  esquemas mentais e com os desejos derrotados nesse concilio.
A questão real é outra: na celebração do baptismo, confessamos que todos acedem à mesma condição de povo sacerdotal, real e profético. Todos são sacerdotes, reis e profetas. Todos são Igreja ao mesmo título e pela mesma razão.
As comunidades cristãs precisam de serviços organizados, hierarquizados, a que chamam ministérios ordenados, para garantir a todos a comunhão nos seus bens espirituais: a Palavra de Deus, a celebração dos sacramentos, a evangelização movida pela fé, pela esperança e pelo amor, que provoca a organização social da justiça.
3. Terminei o texto do passado Domingo, acerca do diálogo efectivo entre Jesus e a samaritana, com a seguinte pergunta: porque teria Jesus, segundo as narrativas da Ressurreição, confiado a evangelização da própria Igreja às mulheres?
Falamos sempre de discípulos de Jesus, alguns eram designados apóstolos. De uma forma explícita, nunca se fala de discípulas.
Os apóstolos, perante o apelo de Jesus, largaram tudo e seguiram-no. O Mestre descobriu, depois, que tinha havido um grande equívoco registado, com toda a crueza, por S. Marcos e que os outros evangelistas procuraram atenuar. Esse Evangelho, desde o cap. 4 ao cap. 10, repete 8 vezes que eles nunca entenderam nem as palavras, nem os actos, nem os gestos do Mestre.
Jesus acabou por perceber qual razão porque não o conseguiam entender: largaram tudo para o seguir porque julgavam que, quando ele conquistasse o poder, seriam recompensados com posições destacadas no governo. Tiago e João adiantaram-se para pedir postos cimeiros. Jesus convocou todos e disse-lhes: entre vós quem quiser ser o primeiro seja o servo de todos. Por uma razão simples: Jesus veio para servir e não para ser servido. É só pelo desejo e pela prática do serviço desinteressado que se pode ser seu discípulo.
Quando viram que Jesus era um rei crucificado, um perdido, abandonaram-no. Pelo contrário, as mulheres que o seguiram, por pura sedução, sem outra convocatória – as verdadeiras discípulas – nunca o abandonaram, nem na vida nem na morte. Quando os discípulos se afastaram, elas até no sepulcro o procuraram. Estavam habitadas pela memória do seu Mestre.
Foi a estas discípulas que Jesus manifestou que tinha vencido a morte e mandou-as evangelizar os discípulos. É o único prémio daquelas que nunca procuraram ganhar nada com o seguimento de Jesus: era só ele e a sua mensagem que as interessava. Foram compensadas e toda a Igreja por meio delas.
30/03/2014
 
Frei Bento 1Frei Bento Domingues, O.P.
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/afinal-jesus-tambem-tinha-discipulas-1630249

sábado, 5 de abril de 2014

desejar um bom fim de semana

Boa Semana

ESPAÇO E TEMPO


Reintegrar-se no espaço e no tempo


Leonardo Boff

Adital
A partir dos anos 70 do século passado ficou claro para grande parte da comunidade científica que a Terra não é apenas um planeta sobre o qual existe vida. A Terra se apresenta com tal dosagem de elementos, de temperatura, de composição química da atmosfera e do mar que somente um organismo vivo pode fazer o que ela faz. A Terra não contém simplesmente vida. Ela é viva, um superorganismo vivente, denominado pelos andinos de Pacha Mama e pelos modernos de Gaia, o nome grego para a Terra viva.
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IDEOLOGIA DO GÊNERO


Sobre a “ideologia de gênero”
Ideologia do Gênero 5
 - Card. Dom Orani Tempesta, O.Cist.
A “revolucionária” ideologia de gênero vem tentando se implantar no Brasil por meio de grandes esforços do poder reinante ou dominante.
Diante desta situação, incumbe-nos, enquanto brasileiros e cristãos, saber o que é essa ideologia muito comentada, mas pouco definida, quais são suas raízes, como ela se impõe, que objetivos tem e qual deve ser a nossa posição frente a ela.

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

SANTO


Padre José de Anchieta proclamado Santo, assim como um bispo e uma religiosa missionários no Québec



O missionário jesuíta do Brasil, Beato José de Anchieta (1534-1597), foi hoje inscrito pelo Papa Francisco no catálogo dos Santos, estendendo o seu culto à Igreja universal. Idêntica disposição abrangei outras duas importantes figuras ligadas à missionação da América do Norte: o bispo de Québec, D. Francisco de Laval (1623-1708) e a Irmã Maria da Incarnação (1599-1672), fundadora de um mosteiro das Ursulinas na cidade de Québec, ambos de origem francesa e mortos no atual Canadá.
Os respectivos Decretos de canonização foram assinados pelo Santo Padre, ao receber, esta manhã, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Ângelo Amato. Papa Francisco autorizou também a publicação de cinco outros Decretos, que dizem respeito ao reconhecimento de milagres de um Bispo italiano, de um Padre indiano, de dois religiosos italianos e de uma religiosa indiana, vividos nos séculos XIX e XX.
Finalmente, autorizada a publicação de oito Decretos reconhecendo as virtudes heróicas de outros tantos Servos de Deus, religiosos e religiosas provenientes da Espanha, Itália, França e Brasil (neste caso a Irmã Dulce Rodrigues dos Santos, Fundadora das Missionárias de Maria Imaculada, falecida em 1972. FONTE: RADIO VATICANO

PAPA FRANCISCO

Quem anuncia o Evangelho vai ao encontro de perseguições – o Papa na Missa em Santa Marta




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Quem anuncia o Evangelho vai ao encontro de perseguições – esta a mensagem principal do Papa Francisco na Missa desta sexta-feira em Santa Marta. Partindo das leituras do dia retiradas do Livro da Sabedoria e do Evangelho de S. João, na sua homilia o Santo Padre observou que os inimigos de Jesus fazem-lhe calúnias e movem-lhe perseguições. E sempre foi assim na história da salvação, os profetas foram sempre perseguidos:

O Evangelho de hoje é claro! Jesus escondia-se, nestes últimos dias, porque ainda não tinha chegado a sua hora; mas Ele conhecia qual seria o seu fim. E Jesus é perseguido desde o inicio: recordemos quando no início da sua pregação volta à sua cidade, vai à sinagoga e faz pregação: logo, depois de uma grande admiração, começam: mas este nós sabemos de onde ele é. Este é um de nós. Mas com que autoridade vem ensinar-nos? Onde estudou...?... Desqualificam-no! Cristo, ao invés, quando virá ninguém saberá de onde seja! Desqualificar o Senhor, desqualificar o profeta para tirar autoridade!”

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