26 DE DEZEMBRO DE 2013.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Meus queridos amigos,
"Cantai ao Senhor um cântico novo,porque Ele operou maravilhas "
Que o natal para todos seja o alvorecer de um novo tempo,onde todos
contribuam para um mundo melhor.
Que a humanidade irmanada na mesma fé siga rumo a só objetivo:
A P A Z
Um abraço fraterno, extensivo aos familiares.
Boas Festas ! ! ! ! !
"Cantai ao Senhor um cântico novo,porque Ele operou maravilhas "
Que o natal para todos seja o alvorecer de um novo tempo,onde todos
contribuam para um mundo melhor.
Que a humanidade irmanada na mesma fé siga rumo a só objetivo:
A P A Z
Um abraço fraterno, extensivo aos familiares.
Boas Festas ! ! ! ! !
Graça.
Movimento Champagnat da Família Marista
O materialismo do Papai Noel e a sacralidade do Menino Jesus
Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor, revela a cartinha do Menino Jesus, "encontrada debaixo da porta das casas e especialmente dos casebres dos morros da cidade, chamadas de favelas", para as crianças.
Eis o artigo.
Um dia, o Filho de Deus quis saber como andavam as crianças que outrora, quando andou entre nós,“as tocaca e as abençoava” e que dissera:”deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino de Deus” (Lucas 18, 15-16).
À semelhança dos mitos antigos, montou num raio celeste e chegou à Terra, umas semanas antes do Natal. Assumiu a forma de um gari que limpava as ruas. Assim podia ver melhor os passantes, as lojas todas iluminadas e cheias de objetos embrulhados para presentes e principalmente seus irmãos e irmãs menores que perambulavam por aí, mal vestidos e muitos com forme, pedindo esmolas. Entristeceu-se sobremaneira, porque verificou que quase ninguém seguira as palavras que deixou ditas:”quem receber qualquer uma destas crianças em meu nome é a mim que recebe” (Marcos 9,37).
leia mais:
Um dia, o Filho de Deus quis saber como andavam as crianças que outrora, quando andou entre nós,“as tocaca e as abençoava” e que dissera:”deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino de Deus” (Lucas 18, 15-16).
À semelhança dos mitos antigos, montou num raio celeste e chegou à Terra, umas semanas antes do Natal. Assumiu a forma de um gari que limpava as ruas. Assim podia ver melhor os passantes, as lojas todas iluminadas e cheias de objetos embrulhados para presentes e principalmente seus irmãos e irmãs menores que perambulavam por aí, mal vestidos e muitos com forme, pedindo esmolas. Entristeceu-se sobremaneira, porque verificou que quase ninguém seguira as palavras que deixou ditas:”quem receber qualquer uma destas crianças em meu nome é a mim que recebe” (Marcos 9,37).
leia mais:
Mensagem de Natal 2013 do Ir. Superior Geral
Na África existe o chamado UBUNTU. Tem a ver com a essência do ser humano, é parte do presente que a África dará ao mundo. Abarca a hospitalidade, o cuidado dos outros, o ser capaz de qualquer coisa para o bem dos demais. Cremos que uma pessoa é pessoa por meio de outra pessoa, que minha humanidade está enlaçada, conectada com a tua de maneira indestrinçável (Arcebispo Desmond Tutu).
________________
Cada vez que estive na África me impressionou a extraordinária capacidade de acolhida de sua gente. Aonde quer que vás, te encontras com gente caminhando, que responde à tua saudação com simpatia, erguendo as mãos, com as palmas voltadas para ti. Para mim é um sinal muito lindo de hospitalidade, como a dizer: “Bem-vindo; te acolho de braços abertos. Como vês, nada escondo nas mãos; só quero teu bem”.
leia mais:
Peça neste Natal: educação
Peça neste Natal: educação
Minha amiga, Gilda Portugal Gouvêa, diz que seu partido político se chama educação. Quem dera os partidos no poder não tratassem a educação com tanto descaso. Basta dizer que o PNE (Plano Nacional de Educação), encaminhado ao Congresso em 2010, foi votado no Senado somente agora em dezembro de 2013. E retorna à Câmara dos Deputados ano que vem…

Foto: Reprodução
Frei Betto
Adital
Minha amiga, Gilda Portugal Gouvêa, diz que seu partido político se chama educação. Quem dera os partidos no poder não tratassem a educação com tanto descaso. Basta dizer que o PNE (Plano Nacional de Educação), encaminhado ao Congresso em 2010, foi votado no Senado somente agora em dezembro de 2013. E retorna à Câmara dos Deputados ano que vem…
Foto: Reprodução
LEIA MAIS:
NATAL (IV) - “NÃO TENHAM MEDO!”
NATAL (IV) - “NÃO TENHAM MEDO!”
Lucas é o único evangelista que narra, de forma detalhada e explicativa, o nascimento de Jesus. Em meio a essa narrativa humana e comovente, a cena que sempre chamou minha atenção é aquela entre os anjos e os pastores. Os últimos ficaram um tanto assustados com certos fenômenos sobrenaturais: eles não os entendiam e, consequentemente, não souberam interpretá-los. Os anjos, no entanto, acalmaram os pastores, dizendo: “Não tenham medo!” (cf. Lucas 2, 8-14).
Por que os pastores não precisavam temer nada? Pobres como eram, não tinham condições para cumprir todas as exigências da Lei, tanto das leis impostas pelas pesadas estruturas de sua religião, como dos intermináveis tributos cobrados pelo poder dos romanos. Mas justo eles, os despossuídos daquele tempo, foram os favorecidos para receberem a mensagem daquele Menino na pobreza e humildade. Ao verem o Menino, começaram a entender o que estava acontecendo, e, como relata Lucas, se tornaram, alegremente, testemunhas oculares, “contando o que o anjo lhe anunciara sobre o Menino”, espalhando a notícia por toda parte. Eles deixaram de ter medo e criaram coragem para anunciar “a boa notícia”, fazendo com que todos que os ouviam, ficassem “maravilhados”. É assim mesmo: quem tem coragem, age com coração, com convicção, e, conscientemente, assume sua responsabilidade.
LEIA MAIS:quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
PAPA FRANCISCO
"O Natal é a festa da confiança e da esperança", disse o Papa Francisco na última Audiência Geral de 2013
O “Natal de Jesus, a festa da confiança e da esperança, que supera a incerteza e o pessimismo”, foi o tema da reflexão do Santo Padre. Ao iniciar sua catequese, Francisco disse que a “razão da nossa esperança é Deus que está conosco e confia ainda em nós”, explicando que pelo fato de Deus estar junto ao homem “que transcorre os seus dias na tristeza e na alegria”, “a terra não é mais somente um ‘vale de lágrimas’, mas é um local onde Deus mesmo fixou a sua tenda, é o lugar de encontro de Deus com o homem, da solidariedade de Deus com o homem”.
LEIA MAIS:
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O melhor presente de Natal
Marcelo Barros
Adital
Nessa semana antes do Natal, muita gente se pergunta que presente pode dar às pessoas e tem também quem se sinta responsável por elaborar alguma mensagem ou palavra a dizer no começo das festas de confraternização comuns nessa época do ano.
LEIA MAIS:
''Nunca tenham medo da ternura''. Entrevista do Papa Francisco ao jornal La Stampa
Casa Santa Marta, terça-feira, 10 de dezembro, 12h50min. O papa nos acolhe em uma sala ao lado do refeitório. O encontro duraria uma hora e meia. Por duas vezes, durante a conversa, desaparece do rosto de Francisco a serenidade que todo o mundo aprendeu a conhecer, quando ele se refere ao sofrimento inocente das crianças e fala da tragédia da fome no mundo.
Na entrevista, o papa também fala das relações com as outras confissões cristãs e do "ecumenismo de sangue" que as une na perseguição. Ele se refere às questões do casamento e da família que serão abordadas pelo próximo Sínodo, responde aos que o criticaram nos EUA definindo-o como "um marxista" e fala da relação entre Igreja e política.
A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no jornal La Stampa, 15-12-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
LEIA MAIS:
PAPA NO ANGELUS:
a Igreja não é refúgio para pessoas tristes, é a casa da alegria
Pedindo-lhes orações, o Santo Padre saudou particularmente as muitas crianças, presentes na Praça São Pedro para que Francisco abençoasse os "bambinelli", os "meninos-Jesus" de seus presépios.
No também chamado domingo Gaudete, domingo da alegria, nos alegramos "porque o Senhor está próximo". De fato, observou o Papa, a mensagem cristã é a boa notícia "para o povo inteiro".
LEIA MAIS:
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
“Fariseus e herodianos já estão se unindo para planejar como acabar com o Papa”, afirma González Faus
Hoje temos o prazer de conversar outra vez com nosso amigo José Ignacio González Faus (foto). Teólogo jesuíta com numerosas obras, que também é “uma das parteiras” da nova primavera da Igreja, que tornou possível que Faus comemore que “determinadas reivindicações e valores, que antes pareciam heréticos, agora sejam palavras do Papa”.
Preocupado sempre pela situação social, o teólogo denuncia que “o fato de que 30.000 pessoas morram de fome, diariamente, não é uma notícia, é uma acusação”, e reclama a obrigação da Igreja em realizar medidas concretas: “Uma encíclica de João Paulo II diz que, em tempos de crise, todos os objetos de culto valiosos que a Igreja possui devem estar a serviço das vítimas”, recorda.
Faus acredita que a Teologia da Libertação, “que tem o grande mérito de ter suportado o maltrato assim como Jesus suportou”, já não pode ser desautorizada, mas, por outro lado, teme que o papa Francisco corra sérios perigos: “Neste momento, fariseus e herodianos já estão se unindo para planejar como acabar com o Papa”, lamenta, fazendo uma comparação evangélica.
Contudo, termina chamando à esperança: “Temos que ter fé, mas não a de recitar o credo, mas a de saber que as coisas podem mudar”.
A entrevista é de José Manuel Vidal, publicada por Religión Digital, 08-12-2013. A tradução é do Cepat.
LEIA MAIS:
Ubuntu: nos humanizamos por meio dos demais
Mensagem de Natal 2013 do Ir. Superior Geral
Na África existe o chamado UBUNTU. Tem a ver com a essência do ser humano, é parte do presente que a África dará ao mundo. Abarca a hospitalidade, o cuidado dos outros, o ser capaz de qualquer coisa para o bem dos demais. Cremos que uma pessoa é pessoa por meio de outra pessoa, que minha humanidade está enlaçada, conectada com a tua de maneira indestrinçável (Arcebispo Desmond Tutu).
________________
Cada vez que estive na África me impressionou a extraordinária capacidade de acolhida de sua gente. Aonde quer que vás, te encontras com gente caminhando, que responde à tua saudação com simpatia, erguendo as mãos, com as palmas voltadas para ti. Para mim é um sinal muito lindo de hospitalidade, como a dizer: “Bem-vindo; te acolho de braços abertos. Como vês, nada escondo nas mãos; só quero teu bem”.
LEIA MAIS:
André Lanfrey
A Boa Mãe e a Virgem do Voto
Em muitas publicações recentes1 , o Ir. Agustín Carazo, antigo Postulador-geral, tratou acerca das estátuas mariais do Instituto e de modo especial sobre aquela da “Boa Mãe”, estatueta de gesso da Virgem com o menino, com cerca de 75 cm de altura, cuidadosamente restaurada2 e hoje conservada em Roma. Nesses textos ele nos lembra que essa estátua figurava provavelmente em l’Hermitage, desde 1824 na “capela do bosque” e mesmo antes, em La Valla, no quarto do Pe. Champagnat. Substituída depois por estátuas maiores e sem dúvida mais de acordo com o gosto da época, parece que ela foi um pouco esquecida, embora o Ir. Francisco mencione sua presença em St Genis-Laval no quarto que ocupava3 o Ir. João Batista4 . Ela figura ainda em 1882 num retrato de Champagnat em sua escrivaninha, pintado pelo Ir. Wulmer, belga5 . A estátua depois fez parte das mudanças da casa-mãe: em 1903 para Grugliasco, em 1939 para Saint Genis-Laval e, enfim, para Roma em 1961. Foi lá, no local dos arquivos, que o Ir. Agustín Carazo, procurando documentos, a descobriu num saco, por acaso, em fevereiro de 1982. Ele narra depois a história da “ressurreição” dessa estátua que recebe o nome de “Boa Mãe” e que as reproduções fotográficas tornam popular entre os Irmãos Maristas. Um Irmão brasileiro, Francisco das Chagas Costa Ribeiro, autor de uma tese de Mariologia, em Roma em 1988, indica que o modelo dessa estátua de gesso se encontra na catedral de Rouen, sob o nome de Virgem do Voto6 .
leia mais:
leia mais:
sábado, 7 de dezembro de 2013
A Imaculada Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha ("mácula" em latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.1
A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 28 de Fevereiro de 1476 pelo Papa Sisto IV.
A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854. A Igreja Católica considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"), bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão2 3 . Uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho .
LEIA MAIS:
A abertura ecumênica no pontificado de Francisco. Desafios e perspectivas. Entrevista especial com Walter Altmann
“Na revalorização do legado do Concílio Vaticano II, que parece ser outra marca distintiva do atual Papa, há a possibilidade de que o ecumenismo venha a recobrar força”, diz o teólogo.
“Entre os protestantes, que têm entre si uma diversidade bastante grande, predomina nitidamente uma impressão muito favorável do Papa Francisco, bem como dos gestos e posicionamentos que ele tem apresentado.
Isso se refere, em especial, à sua sensibilidade pastoral, sua preocupação com as pessoas pobres e em situações de vulnerabilidade, bem como sua humildade.” O comentário é de Walter Altmann, teólogo e professor de Teologia nas Faculdades EST, ao refletir sobre o pontificado do papa Francisco e as ações que conduzem as tradições cristãs ao ecumenismo.
Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail, Altmann ressalta o enfoque pastoral de Francisco na condução da Igreja e afirma que seu pontificado abrirá “novas possibilidades para as relações ecumênicas, pois frequentemente as divergências doutrinárias entre as igrejas têm um pano de fundo de contextos históricos, culturais e, não poucas vezes, também políticos, sociais e econômicos”.
Formado em Teologia pela Escola Superior de Teologia - EST, em São Leopoldo, Walter Altmann é doutor em Teologia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha. Atualmente leciona na EST.
Confira a entrevista. LEIA MAIS:
| Foto: http://bit.ly/18bzvir |
Isso se refere, em especial, à sua sensibilidade pastoral, sua preocupação com as pessoas pobres e em situações de vulnerabilidade, bem como sua humildade.” O comentário é de Walter Altmann, teólogo e professor de Teologia nas Faculdades EST, ao refletir sobre o pontificado do papa Francisco e as ações que conduzem as tradições cristãs ao ecumenismo.
Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail, Altmann ressalta o enfoque pastoral de Francisco na condução da Igreja e afirma que seu pontificado abrirá “novas possibilidades para as relações ecumênicas, pois frequentemente as divergências doutrinárias entre as igrejas têm um pano de fundo de contextos históricos, culturais e, não poucas vezes, também políticos, sociais e econômicos”.
Formado em Teologia pela Escola Superior de Teologia - EST, em São Leopoldo, Walter Altmann é doutor em Teologia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha. Atualmente leciona na EST.
Confira a entrevista. LEIA MAIS:
O cansaço do papa solitário
Uma tontura de cabeça, um encontro cancelado, um comentário brusco sobre as escolhas do novo pontífice. Quarta-feira passada, no arco de poucas horas, soou um sinal de alerta pelo Papa Bergoglio.
A reportagem é de Marco Politi, publicada no jornal Il Fatto Quotidiano, 06-12-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Depois da audiência geral na Praça de São Pedro – a temperatura estava fria – Francisco sentiu sua cabeça girar, e o leve mal-estar o obrigou a ir logo repousar, renunciando ao encontro com o cardeal Angelo Scola, que veio especialmente de Milão a lhe falar sobre uma futura visita à Expo 2015.
LEIA MAIS:
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
PAPA FRANCISCO
Uma foto que vale mais que mil palavras

O “efeito Francisco”, ao mesmo tempo em que injeta um novo entusiasmo dentro da Igreja, está transformando notavelmente a sua imagem pública em lugares improváveis.
O “efeito Francisco”, ao mesmo tempo em que injeta um novo entusiasmo dentro da Igreja, está transformando notavelmente a sua imagem pública em lugares improváveis.
Publicamos aqui o editorial da revista britânica católica The Tablet, 21-11-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis o texto.
A palavra “viral” pode não estar no dicionário teológico comum, mas talvez ela deveria estar. Ela representa o fato de que há um novo palco em que a mensagem do evangelho do amor incondicional de Deus está sendo encenada: o da mídia social. O abraço amoroso do Papa Francisco dado a um homem com deformações extremas no rosto e no corpo se tornou viral quase que instantaneamente, o que significa que foi reproduzido como uma imagem com uma mensagem milhões de vezes em todo o mundo.
LEIA MAIS:
NATAL
NATAL (II) - SUMIRAM OS PASTORES
Foi na cidade do Recife, na passagem do século XX para XXI, que observei, pela primeira vez, algo estranho no meu entendimento sobre o Natal. Havia, em diversos bairros, belos enfeites natalinos, como também montagens de vistosos presépios, feitos - diga-se de passagem - com bom gosto. Porém, algo faltava neles: em presépio algum havia figuras que representassem os pastores. Somente Jesus, Maria, José, o anjo, alguns animais e, bem evidenciados, os três “reis magos”, cuja magia ganhava destaque pelo tamanho dos presentes a serem doados a um bebê, volumoso e rosado, “imagem” do Menino Jesus.
De lá para cá observo presépios por toda parte, nos quais os pastores, lamentavelmente, continuam a ser excluídos: presépios nas praças, nos shoppings, em outros estabelecimentos comerciais, em halls de prédios, em consultórios médicos, e etc. sem pastores, enquanto os “reis magos”, com sua “magia das ofertas”, se sobrepõem, de forma soberana, sobre aquelas figuras que “representam” Jesus, Maria, José.
O que significa a não presença dos pastores em nossos presépios?
Vamos dar continuidade às nossas reflexões natalinas.
LEIA MAIS:
PAPA FRANCISCO
Francisco aos fiéis: "Ressuscitaremos como Jesus"
Em primeiro lugar, citou o Antigo Testamento, que indica que a esperança na Ressurreição compreende um ato de fé na justiça de Deus. Já o Novo Testamento recorda que Jesus ressuscitou no último dia e se fez homem como nós em tudo, menos no pecado.
LEIA MAIS:
Assinar:
Postagens (Atom)









