quinta-feira, 9 de outubro de 2014

SÍNODO:

a crise da fé nas famílias. Oração e espiritualidade na vida familiar

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Os encontros e intervenções continuam a decorrer na Sala do Sínodo, com a família como tema e objetivo. O Padre Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, no seu briefing diário partilhou com os jornalistas uma imagem verbal que foi apresentada no terceiro dia de trabalhos:

“ Falou-se da Luz que a Igreja traz ao mundo … não tanto como um farol mas como uma vela acesa, uma tocha que acompanha o povo em caminho”
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Na oração, o Espírito Santo é o dom maior – o Papa na missa em Santa Marta

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Na oração pedimos tantas coisas, mas o maior dom que Deus nos dá é o Espírito Santo – esta a mensagem essencial da homilia do Papa Francisco na quinta-feira, dia 9 de outubro.
No Evangelho de S. Lucas neste dia podemos ler no capítulo 11, versículo 13 o seguinte: “Pois se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo àqueles que lho pedem!” Segundo o Santo Padre Jesus demonstra aos seus discípulos o que é a oração: pedir e procurar, porque quem procura encontra.

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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

SÍNODO: Renovar a linguagem sobre a família e promover a preparação para o matrimónio



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Os trabalhos do Sínodo sobre a família já registaram mais de 70 intervenções. As primeiras sessões ficaram marcadas por vários pedidos de mudança na linguagem da Igreja sobre a família e foram mesmo avançadas propostas que desejam a utilização de um discurso centrado “na atração e na beleza do amor de Deus que se vive na família”, também através dos meios de comunicação social.

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Cristãos vejam aquilo que une e não aquilo que divide – o Papa Francisco na audiência geral

Cristãos vejam aquilo que une e não aquilo que divide – o Papa Francisco na audiência geral

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Quarta-feira, 8 de outubro - Grande multidão de fieis acolheu na Praça de S. Pedro o Papa Francisco para a audiência geral. Tema da catequese: os cristãos não católicos. O Santo Padre, desde logo, perguntou como nos colocamos perante este assunto?


“E nós como nos pomos perante tudo isto? Somos também nós resignados, se não mesmo indiferentes? Ou pelo contrário cremos firmemente que se possa e se deva caminhar na direção da reconciliação e da plena comunhão?”
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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Sínodo: 2014, primeira etapa de um caminho de participação e escuta da comunidade dos fieis – o relator-geral Card. Peter Erdo

Sínodo: 2014, primeira etapa de um caminho de participação e escuta da comunidade dos fieis – o relator-geral Card. Peter Erdo


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Após uma retemperadora pausa para café os trabalhos do Sínodo sobre a família, nesta manhã de dia 6, foram retomados com a comunicação do relator-geral do Sínodo, Cardeal Peter Erdo. O purpurado, primaz da Hungria proferiu um longo discurso onde procurou descrever o panorama de início do sínodo. Dividiu a sua intervenção em três partes fundamentais:

1- O Evangelho da família no contexto da evangelização;
2- As situações pastorais difíceis
3- A família e o Evangelho da vida
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Papa pede debate franco sobre gays, divórcio e anticoncepcionais

Francisco disse aos participantes do Sínodo dos Bispos sobre a Família que eles nem deviam temer lhe mostrar desrespeito, afirmando querer um debate franco. Um dos temas é a comunhão dos divorciados na Igreja Católica
Papa disse no Sínodo que bispos devem enfrentar tabus e dizer o que sentem que Deus lhes diz.
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Exercer a sinodalidade: falar claro, com coragem evangélica e de coração aberto, escutando com humildade - o Papa aos padres sinodais



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Com uma intervenção introdutória, metodológica, prática, do Secretário do Sínodo dos Bispos, cardeal Baldisseri, teve início, nesta segunda-feira de manhã, no Vaticano, a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo, tendo como tema “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. Esta primeira reunião ("congregação geral", como é chamada) foi coordenada por um dos três presidentes, nomeados pelo Papa - o cardeal VIngt-Trois, arcebispo de Paris, que saudou os presentes.
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014


Falar claro, com coragem evangélica e de coração aberto, e também escutar com humildade. Assim se exerce a sinodalidade - Papa Francisco, aos Padres sinodais


Com uma intervenção introdutória, metodológica, prática, do Secretário do Sínodo dos Bispos, cardeal Baldesseri, teve início, nesta segunda-feira de manhã, no Vaticano, a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo, tendo como tema “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. Esta primeira reunião ("congregação geral", como é chamada) foi coordenada por um dos três presidentes, nomeados pelo Papa - o cardeal VIngt-Trois, arcebispo de Paris, que saudou os presentes.

Também o Papa tomou brevemente a palavra, agradecendo todos os que trabalharam intensamente para a realização desta Assembleia e sublinhando a dimensão de colegialidade e de sinodalidade que caracteriza esta assembleia. Exercer a “sinodalidade” na assembleia que agora inicia – recordou o Papa – é uma grande responsabilidade: é importante “falar claro”. Dizer tudo com “parresia” – coragem e frontalidade evangélica. Sem respeito humano, com coração aberto.
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SÍNODO DOS BISPOS 1

Na Missa de abertura do Sínodo, o Papa Francisco invoca para os Padres sinodais "liberdade, criatividade, diligência"
 

Com a Missa concelebrada neste domingo de manhã, na basílica de São Pedro, pelo Papa Francisco, com os Padres sinodais, foi inaugurada a III Assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, que decorrerá no Vaticano ao longo de duas semanas, tendo como tema “Os desafios pastorais da família, no contexto da evangelização”.

Na homilia, comentando as Leituras deste domingo, Papa Francisco observou que a vinha do Senhor é o “sonho” de Deus, o projecto que Ele cultiva com todo o seu amor, como um agricultar cuida da videira, com todos os cuidados…
O «sonho» de Deus é o seu povo: Ele plantou-o e cultiva-o, com amor paciente e fiel, para se tornar um povo santo, um povo que produza muitos e bons frutos de justiça.

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014



BOM FINAL DE SEMANA PARA TODOS NA PAZ DE DEUS!
 
BOA VOTAÇÃO!
 
NOVAS POSTAGENS A PARTIR DE
SEGUNDA-FEIRA DIA 06 DE OUTUBRO DE 2014!
 

"Os cristãos são convidados a participar da política", afirma dom Leonardo


No próximo domingo, 5 de outubro, os brasileiros irão eleger o presidente da República, governadores, deputados distritais, estaduais e federais. Para auxiliar os cristãos na escolha consciente de seus representantes, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou a mensagem “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições 2014”, aprovada durante a 52ª Assembleia Geral.
 
Entre as questões abordadas no texto estão a participação dos cristãos, desafios da realidade sociopolítica, urgência da reforma política, desenvolvimento econômico e sustentabilidade social.
Para o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, "os cristãos são insistentemente convidados a participar da política", por meio das discussões, do voto e da fiscalização. 
 
Leia, abaixo, entrevista com dom Leonardo sobre as eleições 2014. 

“POLÍTICA” na Exortação “ALEGRIA DO EVENGELHO” do Papa Francisco


(Uma exortação é uma carta de um Papa, contendo recomendações para a vida dos católicos. Neste caso, podemos dizer que a exortação se estende a todos aqueles que se consideram seguidores de Jesus Cristo, ou seja, de todos os cristãos, por se tratar de atitudes cristãs diante da política, apresentando os valores principais que deveriam nortear as nossas visões, atitudes e práticas no campo político)

 
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Nada cai do céu


Nei Alberto Pies
Adital

Conversei, desinteressadamente, sobre a realidade do país numa manhã de domingo, com o dono de um supermercado de um bairro importante de minha cidade. De forma desinteressada, revelam-se grandes verdades. Contava-me o comerciante como vivia a maioria das pessoas humildes, pobres e trabalhadoras de seu bairro antes dos governos de Lula e de Dilma. Elencava suas razões para votar em Dilma e continuar votando em Tarso Genro para governador do estado do RS.
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Desigualdade de renda no Brasil:

os 10% mais ricos e a metade mais pobre. Entrevista especial com Marcelo Medeiros

“As pessoas acham que o 1% mais rico é formado por milionários, mas isso não é verdade. Os ricos são pessoas que você vê passar na rua todos os dias”, diz o sociólogo.
Foto: jornalggn.com.br
A pesquisa “A estabilidade da desigualdade de renda no Brasil, 2006 a 2012: Estimativa com dados do imposto de renda e pesquisas domiciliares”, que compara os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD com os do Imposto de Renda, demonstra que a desigualdade é 11% maior do que se costumava estimar apenas com base nos dados da PNAD. Por conta desse resultado, será necessário “reavaliar parte do que sabíamos sobre desigualdade no Brasil. Isso não significa que tudo que temos até agora deve ser descartado, e, sim, que algo do que sabemos deve ser repensado. Mas aquilo que achávamos que eram causas importantes da desigualdade talvez venha perder parte de sua importância”, pontua Marcelo Medeiros, um dos autores da pesquisa, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.
De acordo com o professor da Universidade de Brasília – UnB, os dados do Imposto de Renda possibilitam detectar um estrato específico da população brasileira: os mais ricos. Apesar de ainda não ser possível apontar quem são as pessoas mais ricas do país, Medeiros assinala que “pesquisas anteriores estavam baseadas em dados que, sabemos agora com mais segurança, estavam subestimando as rendas dos ricos. O que sabíamos até o momento é que a riqueza não é simplesmente o inverso da pobreza. Aquilo que faz uma pessoa deixar de ser pobre não é o mesmo que faz uma pessoa ser rica, o que aliás é meio óbvio. 
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O sonho de uma Igreja diferente.

Um bispo da periferia escreve ao Papa

"Ainda se tem medo dos não religiosos. Acredita-se apenas nos que foram transformados em membros do clero. Não se tem entendimento de que uma maior participação dos não religiosos, e um maior envolvimento destes, garantiriam ao clero, em todos os níveis, limitar o risco do fechamento e da própria evangelização. É o não religioso que abre para o mundo", escreve Aldo Maria Valli, jornalista, em artigo publicado pelo Europa Quotidiano, 25-09-2014. A tradução é de Ivan Pedro Lazzarotto.
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